Sim, pode tomar, porém não haverá melhora da situação atual ,pois a resposta sexual tem um limite, e não conseguimos aumentar mais a ereção se ela já estiver no máximo. Vamos citar um exemplo para explicar melhor nossa opinião:

Tenho 25 anos e não enfrento problemas de ereção, mas, sempre que quero transar com uma garota nova, tomo Viagra, pois me sinto mais potente e confiante. Não quero correr o risco de fazer fiasco. Faz mal tomar nessa idade?

Este medicamento é um facilitador da ereção, para homens que têm algum grau de disfunção erétil, seja de causa orgânica ou psicológica. Sua ação consiste em facilitar a entrada e a manutenção do sangue no pênis após um estímulo visual e tátil com a parceira. Homens saudáveis não necessitam disso, sob o risco de acabar com a fase das carícias eróticas que antecedem a ereção, causando insegurança na própria capacidade do organismo em responder aos estímulos eróticos.

Há milênios, o homem busca reforços para mostrar sua a masculinidade, sejam eles alimentos ou remédios. Sabemos que 45,1% de todos os homens, a partir dos 18 anos, apresentam, de forma crescente, com a idade, algum grau de dificuldade de ereção. A prevalência maior é a partir dos 45 anos, principalmente, pela incidência maior de doenças nesta faixa etária. O processo de ereção é tão complexo que está sujeito a bloqueios por variadas condições.

Ansiedade bloqueia estímulos

Alguns fatores de risco potencializam os riscos da disfunção erétil como obesidade, tabagismo, alcoolismo, medicamentos de uso contínuo, antidepressivos, estresse e sedentarismo. Também influem as crises nos relacionamentos e o receio de fazer feio com uma nova mulher – exatamente como você descreveu. Isso pode gerar ansiedade e bloqueios aos estímulos de sensações prazerosas.

Alerta para a dependência

Agora, caro leitor, se, com 25 anos, a sua ansiedade tem mais poder do que a sua ereção, tome cuidado! Sua mente precisa relaxar. Usar eventualmente, nestas condições, não trás problemas – a não ser que, todo dia, você faça sexo com uma nova mulher. Ou seja, o uso frequente pode causar dependência psicológica.

Fonte: diário do gaúcho

 


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